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Alexandra Vilela, participou a 15 de janeiro, no encontro sobre a execução dos fundos europeus em Portugal e os modelos de financiamento do futuro.

A Presidente do COMPETE 2030, Alexandra Vilela, participou dia 15 de janeiro, no Congresso “Fundos Europeus 2025: Execução, Fiscalização e Futuro”, um encontro dedicado à análise da execução dos fundos europeus em Portugal e à reflexão sobre os modelos de financiamento do futuro, realizado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
No encontro, foi debatida a execução prática do Portugal 2030 e do PRR, a simplificação das formas de financiamento, os desafios do controlo, responsabilidade, auditoria e compliance, bem como o futuro modelo dos fundos europeus.
A sessão de abertura contou com a intervenção do Secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, Hélder Reis, bem como do Professor Doutor Guilherme D’ Oliveira Martins e da Professora Doutora Nazaré Costa Cabral, da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
O Congresso foi organizado pelo Instituto Europeu da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e o CIDEEFF – Centro de Investigação em Direito Europeu, Económico, Financeiro e Fiscal, composto por 5 Painéis:
O 1.º Painel, dedicado à execução prática do PRR e do Portugal 2030, esteve a cargo do Presidente da Recuperar Portugal, Fernando Alfaiate, juntamente com Cláudia Joaquim, Presidente da Agência para o Desenvolvimento e Coesão, e Alexandra Vilela, Presidente da Comissão Diretiva do Compete 2030.
O debate centrou-se no ponto de situação da execução no terreno, nos principais constrangimentos operacionais e nos desafios enfrentados pelas entidades beneficiárias e pelas autoridades de gestão, incluindo a complexidade regulamentar, mecanismos de controlo, a contratação pública e a escassez de recursos técnicos especializados, bem como a transição entre ciclos de financiamento.
Um dos temas centrais foi a comparação entre o modelo do PRR e o da Política de Coesão, com enfoque na discussão sobre o futuro dos fundos europeus.
No 2.º Painel, dedicado à simplificação dos fundos e ao modelo futuro a seguir, considerou-se que o modelo híbrido é o que melhor poderá servir os interesses nacionais e europeus, garantindo uma execução mais eficiente e um maior impacto económico e social dos investimentos financiados.
O encontro foi uma oportunidade para promover o debate em torno da aplicação e os desafios da concretização dos fundos europeus.
Fonte: Cideeff/RecuperarPortugal
16 de Janeiro 2026